Minha experiência no Japão com GeneXus
My Experience in Japan with GeneXus is the story of Carlos Tedesco, one of the winners of the Let’s PLAI contest.
No ano passado, comecei a dar aulas virtuais em um curso ministrado no CESTE, Escola Internacional de Negócios da Espanha. Durante uma aula sobre a elaboração de prompts para usar em Inteligência Artificial Generativa, ocorreu um evento surpreendente que me fez parecer um iniciante.
Após a parte teórica, quis testar o que foi apresentado por meio de um exemplo simples. Introduzi um prompt bem estruturado em uma nova conversa com o ChatGPT para que ele redigisse um artigo informando sobre as tendências modernas na geração de energias renováveis.
No vídeo da palestra “Desvendando a linguagem: A revolução dos LLMs na era da IA Generativa e dos chatbots inovadores,” que apresentei no Encontro GeneXus – GX30, você poderá ver o prompt completo.
Então, sob o olhar atento das pessoas conectadas, a resposta do ChatGPT me deixou perplexo. Tinha um tom infantil, uma variável que não incluí na instrução. Tentei novamente, e a mesma coisa aconteceu. Usava frases como “a energia é como uma magia superpoderosa que usamos para acender luzes e fazer coisas divertidas funcionarem”. Não tive escolha a não ser pedir desculpas aos meus alunos e inserir o prompt no Bard do Google, onde funcionou perfeitamente.
Mais tarde, quis confirmar por que o ChatGPT estava respondendo daquela maneira. Acessei as instruções personalizadas, e na caixa onde pergunta “Como você gostaria que o ChatGPT respondesse?” alguém havia dado a seguinte instrução: COMO SE FOSSE UMA MENINA DE 10 ANOS. Lembrei que na noite anterior, minha sobrinha Samira estava usando meu computador, então deduzi o que havia acontecido.
No final das contas, isso evidencia que a IA generativa está permeando nossas vidas e, assim como minha sobrinha, estamos alterando o comportamento da IA por meio de instruções. Há alguns anos, um dos meus mentores me disse: “Gabriel, o problema das empresas hoje em dia é que concebem a tecnologia como um módulo ou como um componente do negócio e precisam entender que a tecnologia é o próprio negócio”.
Mas o conceito de tecnologia agora mudou devido aos grandes avanços em LLM. Hoje em dia, poderíamos dizer que a IA é o próprio negócio.
Por isso, na Neuronic, desenvolvemos agentes conversacionais baseados em IA e intenções que podemos implementar em várias plataformas e sistemas de gestão usando busca semântica e o uso de bancos de dados vetoriais.
O caminho percorrido por nossa equipe foi cheio de desafios e aprendizados para otimizar nosso produto.
Na palestra, resumimos em quatro pontos fundamentais: escrever um prompt bem estruturado, garantir os dados sensíveis dos clientes, ter um produto confiável e fácil de implementar.
Por último, quero destacar o que nosso CEO Germán Rampo apresentou no início da palestra, pois todo o progresso alcançado nos últimos anos se deve em parte à grande habilidade técnica de nossa equipe e em parte à filosofia de nossa empresa: influenciar positivamente a vida das pessoas que compõem a equipe. Manter a equipe motivada e feliz leva a uma melhor produção e um melhor fluxo de trabalho.
Felicidade é igual a progresso.

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