Como crescer entre gigantes

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Passar de ser uma startup para se tornar uma empresa líder e consolidada, em um setor com muita concorrência e em um período muito curto de tempo, exige um mergulho completo na transformação digital. Nesse caso, contamos como foi que World Express Cargo de México (WEC) em apenas dois anos alcançou o topo do mundo em locais fiscalizados.

Na Alfândega do Aeroporto Internacional da Cidade do México (AAICM), existem 18 locais fiscalizadas que se encarregam de fornecer serviços de manuseio, armazenamento e custódia de mercadorias para produtos de importação e exportação. Mas um desses 18 locais é especial e conseguiu se destacar alcançando o topo em apenas dois anos: World Express Cargo de México (WEC).

Em sua história de sucesso, há vários pontos notáveis, embora talvez o mais destacado seja que, quando deu os primeiros passos na área de locais fiscalizados, este era um mercado já dividido entre outras empresas, com mais de 20 anos de experiência, e no entanto, conquistou-o, alterando a disposição das fichas no tabuleiro, confiando nas possibilidades de uma plataforma de software Low-Code que permitiria desenvolver sistemas para automatizar processos de forma rápida e flexível.

A vantagem da tecnologia em inovar e se destacar

Segundo Raúl Hinojosa, gerente de sistemas (CIO) da empresa, o diferencial que levou WEC a decolar em um tempo muito curto e consolidar com um crescimento de 70% foi pensar em como, com a ajuda do software, eles poderiam digitalizar e automatizar muitos dos processos que sempre foram feitos manualmente. 

“Éramos muito pequenos, comparados a um local supervisionado que era o líder, por exemplo, tínhamos apenas 20% das operações que esse local administrava”, lembra Hinojosa. Mas eles observaram que na competição esses serviços – envolvidos no manuseio de mercadorias para importação e exportação – eram realizados de maneira muito tradicional, tornando os processos lentos. Entender isso se tornou uma grande vantagem, pois deu a eles o impulso de apostar na tecnologia e automatizar processos que eram feitos manualmente, a fim de focar na lógica dos processos e sistematizar tudo automatizável, tornando os processos mais eficientes e produtivos diariamente.

Outros detalhes que marcaram o sucesso desde o início foi perceber que ter dois sistemas: um para a parte operacional e outro para a parte administrativa, complicaria as coisas no futuro. Por isso, decidiram fazê-lo de forma integrada e a primeira coisa que desenvolveram foi um Sistema Integral Operacional – Administrativo.

“Compramos um software “de caixinha”, isto é, já projetado e desenvolvido; mas logo entendemos que com esse software não resolveríamos o que precisávamos. Por isso, escolhemos desenvolver nosso próprio sistema. No começo, fizemos com o .NET até finalmente testarmos com GeneXus e já estávamos lá porque, à medida que o projeto avançava, ficamos surpresos que o processo de desenvolvimento manual usual não foi seguido, mas sim que as iterações eram muito mais curtas e que as pesquisas foram descritas e refletidas no código praticamente diretamente ”, diz Hinojosa, apontando um dos benefícios do Low-Code, que permite a criação de sistemas robustos, mas com a capacidade de ser rapidamente corrigido de maneira flexível, usando pouco código.

Convidamos você a baixar o case completo para descobrir como a World Express Cargo (WEC) chegou ao topo do mundo dos armazéns auditados em apenas 2 anos.

 

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